Em casos de amputações, o reimplante pode ser possível, desde que haja atendimento rápido e adequado.
Um dos fatores mais importantes é o correto armazenamento da parte amputada: ela deve ser envolvida em gaze ou pano limpo levemente umedecido com soro fisiológico, colocada dentro de um saco plástico bem fechado e, em seguida, esse saco deve ser mantido sobre gelo.
A peça não deve ter contato direto com o gelo ou água e o transporte imediato ao hospital é fundamental para aumentar as chances de sucesso do reimplante.
O reimplante é um procedimento complexo realizado com técnicas de microcirurgia, seguindo etapas bem definidas como:
Internação por tempo prolongado em regime de terapia intensiva , necessidade de curativos e cirurgias posteriores podem ser necessários.
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